Cartão Banco do Brasil Altus Visa Infinite: nova anuidade

Descrição: Banco do Brasil Altus Visa Infinite: veja a nova anuidade de R$ 4 mil, regras de isenção e descontos do cartão em 2026.


O cartão Banco do Brasil Altus Visa Infinite ficou significativamente mais caro em 2026. A instituição elevou a anuidade do produto de R$ 1.800 para R$ 4.000 por ano, valor que pode ser parcelado em 12 vezes de R$ 333,33. A mudança começou a valer em 13 de julho de 2026 e também trouxe critérios mais rígidos para quem pretende conseguir isenção da tarifa.

Para quem acompanha cartões de alta renda, o reajuste chama atenção não apenas pelo tamanho do aumento, mas principalmente pela mudança na lógica de isenção. Antes, o cliente precisava atingir R$ 25 mil em gastos mensais para eliminar a cobrança. Agora, esse patamar subiu para R$ 40 mil por mês.

Na prática, isso muda bastante a conta. O Altus continua sendo um cartão voltado para um público de alto poder aquisitivo, mas manter a gratuidade passou a exigir um volume de compras muito maior.

O que mudou na anuidade do Altus em 2026?

A alteração mais evidente foi no preço. O Banco do Brasil passou a cobrar R$ 4.000 de anuidade anual, contra os R$ 1.800 cobrados anteriormente.

Isso representa um aumento de aproximadamente 122%, uma diferença bastante expressiva para um cartão premium.

O novo valor equivale a uma cobrança mensal de aproximadamente R$ 333,33 quando a anuidade é dividida em 12 parcelas. Para quem não consegue obter desconto ou isenção, portanto, o custo anual precisa entrar na avaliação de benefícios do cartão.

Novos valores de referência

Condição de usoRegra anteriorRegra em 2026
Anuidade anualR$ 1.800R$ 4.000
Anuidade mensal parceladaR$ 150R$ 333,33
Isenção integralR$ 25 mil/mêsR$ 40 mil/mês
Desconto de 50%Não informado no texto originalR$ 25 mil/mês

Como funciona a isenção do Altus Visa Infinite?

Uma das mudanças que mais pesa para o consumidor está justamente na isenção de anuidade.

Em 2026, o cliente precisa atingir pelo menos R$ 40 mil em gastos mensais na fatura para ter direito à isenção total da tarifa.

É uma diferença relevante em relação ao antigo limite de R$ 25 mil. Em outras palavras, o cliente que antes conseguia zerar a anuidade movimentando R$ 25 mil por mês agora precisa gastar R$ 15 mil a mais todos os meses.

Muita gente subestima esse ponto. Não basta olhar para a anuidade de R$ 4 mil e pensar que existe uma possibilidade de isenção. É preciso avaliar se o volume de gastos realmente faz sentido para o perfil financeiro do usuário.

Quem gasta R$ 25 mil pode pagar metade da anuidade

Existe, porém, uma faixa intermediária.

Clientes que atingirem R$ 25 mil mensais em gastos podem receber 50% de desconto na anuidade. Considerando a tarifa cheia de R$ 4.000, isso significa uma redução de R$ 2.000 ao ano.

Nesse cenário, o custo efetivo passa a ser de aproximadamente R$ 166,67 por mês, caso o valor seja parcelado em 12 vezes.

Veja como fica:

  • Abaixo de R$ 25 mil/mês: não entra na faixa de desconto indicada.
  • A partir de R$ 25 mil/mês: 50% de desconto.
  • A partir de R$ 40 mil/mês: 100% de isenção.
  • Anuidade cheia: R$ 4.000 por ano.

Vale destacar que gastar mais apenas para alcançar uma faixa de desconto pode não ser uma boa estratégia. Se o consumidor não faria aquelas compras naturalmente, o benefício pode acabar custando mais caro do que a própria tarifa.

O aumento de 122% muda a relação custo-benefício?

Sim, e bastante.

Um cartão premium precisa ser analisado pelo conjunto da obra: benefícios, salas VIP, pontuação, seguros, serviços exclusivos, condições para viagens e, principalmente, pelo quanto o usuário realmente aproveita desses recursos.

O interessante é que um aumento expressivo na anuidade não significa automaticamente que o cartão deixou de valer a pena. Para determinados clientes, a conta pode continuar fechando.

Por outro lado, quem utiliza poucos benefícios pode encontrar alternativas mais econômicas no mercado.

Na prática, vale fazer uma conta simples:

  1. Some o valor dos benefícios que você realmente utiliza durante o ano.
  2. Considere o custo efetivo da anuidade depois do desconto.
  3. Compare a pontuação ou recompensas com outros cartões premium.
  4. Avalie se os serviços exclusivos fazem diferença na sua rotina.
  5. Não considere benefícios que você provavelmente nunca usaria.

Essa última etapa é importante. Um seguro de viagem muito completo parece excelente no papel, mas se você raramente viaja, seu valor prático diminui bastante.

Altus Visa Infinite ainda pode ser interessante em 2026?

A resposta depende do perfil do cliente.

Para alguém com gastos recorrentes próximos de R$ 40 mil mensais, a possibilidade de zerar a anuidade muda completamente a análise. Nesse caso, o usuário pode concentrar despesas que já faria normalmente e, ao mesmo tempo, aproveitar as vantagens do cartão.

Já para quem fica muito abaixo desse patamar, a situação é diferente.

Um cliente que gasta R$ 10 mil ou R$ 15 mil por mês, por exemplo, não alcança as faixas de desconto apresentadas. Nesse caso, será necessário avaliar cuidadosamente se os benefícios compensam os R$ 4 mil cobrados anualmente.

Para quem o cartão tende a fazer mais sentido?

O produto pode ser mais interessante para consumidores que:

  • possuem alto volume mensal de gastos;
  • aproveitam benefícios de cartões de categoria premium;
  • viajam com frequência;
  • valorizam serviços exclusivos;
  • conseguem atingir as faixas de desconto naturalmente;
  • concentram despesas relevantes no cartão.

Por outro lado, quem procura apenas um cartão para compras cotidianas talvez encontre opções com custo menor.

O que considerar antes de pedir ou manter o cartão?

Antes de tomar uma decisão, é interessante olhar além da propaganda ou do status associado a um cartão de alta categoria.

Anuidade é custo. Benefício só tem valor quando é utilizado.

Essa parece uma conclusão óbvia, mas é muito comum o consumidor considerar apenas a quantidade de vantagens oferecidas e esquecer de calcular quanto realmente aproveita delas.

Outro cuidado é não aumentar artificialmente os gastos para atingir uma meta de isenção. Parcelar uma compra desnecessária ou antecipar despesas apenas para atingir R$ 25 mil ou R$ 40 mil pode prejudicar o orçamento.

Também é importante acompanhar as regras diretamente nos canais oficiais do banco, pois condições comerciais podem ser atualizadas ao longo do tempo. [Fonte: Banco do Brasil]

Afinal, o Altus ficou caro demais?

O cartão Banco do Brasil Altus Visa Infinite ficou, sem dúvida, muito mais caro em 2026. A passagem de R$ 1.800 para R$ 4.000 representa um salto de aproximadamente 122% na anuidade, enquanto o requisito para isenção total subiu de R$ 25 mil para R$ 40 mil mensais.

Para consumidores de alta renda que conseguem atingir os novos critérios sem mudar seus hábitos de consumo, a situação pode ser administrável. Já para quem não alcança essas faixas, a análise de custo-benefício se tornou ainda mais importante.

No fim das contas, não existe cartão premium que seja vantajoso para todo mundo. O melhor produto é aquele cujos benefícios realmente combinam com seus gastos e sua rotina.

Se você já usa o Altus, conte nos comentários se o novo valor de R$ 4.000 de anuidade em 2026 mudou sua percepção sobre o cartão. E, se estiver pesquisando alternativas, aproveite para conferir outros conteúdos sobre cartões e benefícios financeiros antes de tomar sua decisão.



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