Itaú The One: quanto é preciso investir para ter o cartão?

Descrição: Itaú The One em 2026: descubra quanto investir, como conseguir isenção da anuidade e quem pode ter o cartão premium.


O Itaú The One continua sendo um dos cartões de crédito mais sofisticados disponíveis para clientes de alta renda em 2026. Apesar de já não ocupar necessariamente o topo do portfólio do banco, o produto ainda chama atenção pelos benefícios, pelo posicionamento premium e pelo próprio status associado à categoria.

Mas afinal, quanto é preciso investir no Itaú para conseguir o The One? A resposta depende principalmente da versão do cartão e do segmento em que o cliente está enquadrado.

E aqui existe uma diferença importante: ter o cartão e conseguir isenção da anuidade são coisas diferentes. Muita gente acaba confundindo esses dois pontos.

Itaú The One: é preciso investir para conseguir o cartão?

De forma direta, não existe uma exigência de investimento para solicitar o The One Personnalité.

O cliente precisa estar dentro do segmento correspondente e passar pela análise de crédito do banco. Ou seja, possuir investimentos pode contribuir para o relacionamento com o Itaú, mas não significa que exista uma regra simples do tipo “invista determinado valor e o cartão será aprovado”.

Na prática, a instituição considera o perfil financeiro e o relacionamento do cliente antes de liberar um produto desse nível.

Já no caso do Itaú The One Private, a situação é um pouco diferente. O acesso ao segmento Private está relacionado a um patrimônio financeiro muito mais elevado.

Em geral, fala-se em algo próximo de R$ 10 milhões mantidos no banco em produtos de investimento para enquadramento no segmento, embora isso não deva ser interpretado como uma tabela pública de aprovação automática.

Qual é a diferença entre The One Personnalité e Private?

Embora compartilhem o nome The One, as duas versões estão inseridas em contextos diferentes dentro do Itaú.

O Personnalité é voltado aos clientes de alta renda do segmento Personnalité, enquanto o Private atende uma faixa patrimonial ainda mais exclusiva.

Isso faz diferença principalmente no relacionamento bancário. Não basta olhar apenas para o cartão: é preciso considerar todo o ecossistema de serviços oferecidos ao cliente.

CaracterísticaThe One PersonnalitéThe One Private
SegmentoItaú PersonnalitéItaú Private
Investimento obrigatório para ter o cartãoNãoNão há valor mínimo público específico para o cartão
Perfil do clienteAlta rendaUltra alta renda
Análise de créditoSimSim
Relacionamento com o bancoImportanteMuito relevante
Patrimônio típico do segmentoElevadoMuito elevado

Vale destacar que investir no Itaú não garante automaticamente a aprovação do cartão. A análise de crédito continua sendo um fator importante.

Quanto investir no Itaú para conseguir isenção da anuidade?

Aqui está uma das informações mais interessantes para quem já possui ou pretende ter o cartão.

A anuidade do Itaú The One é elevada. Considerando o valor de R$ 4 mil por ano, o custo chega a aproximadamente R$ 333,34 por mês, quando dividido em 12 parcelas.

Por outro lado, existe a possibilidade de reduzir ou eliminar essa cobrança de acordo com o relacionamento financeiro com o banco.

Para conseguir isenção por investimentos, o patrimônio investido no Itaú precisa chegar a aproximadamente R$ 5 milhões.

É uma diferença importante: o valor necessário para se enquadrar em um segmento não é necessariamente o mesmo utilizado como critério para conseguir benefícios relacionados à anuidade.

Gastar muito também pode reduzir a anuidade

Investimento não é a única maneira de conseguir um desconto na cobrança.

O volume mensal de gastos no cartão também pode fazer diferença. Segundo as condições apresentadas no conteúdo de referência, clientes que ultrapassam determinados patamares conseguem descontos maiores.

Os principais níveis são:

  • Acima de R$ 60 mil por mês: possibilidade de isenção total da anuidade;
  • Entre R$ 30 mil e R$ 60 mil mensais: possibilidade de 50% de desconto;
  • Abaixo de R$ 30 mil: não há esse mesmo nível de desconto pelo volume de gastos.

Na prática, isso muda bastante a conta.

Uma pessoa que naturalmente concentra R$ 60 mil ou mais em despesas mensais no cartão pode considerar o The One de uma maneira muito diferente de alguém que gastaria esse valor apenas para tentar alcançar a isenção.

Muita gente subestima esse ponto. Gastar mais apenas para economizar na anuidade nem sempre é uma estratégia financeira inteligente.

O programa Minhas Vantagens também entra na conta

Existe ainda uma alternativa relacionada ao relacionamento do cliente com o banco.

Quem alcança o Nível 5 no programa Minhas Vantagens pode ter acesso à isenção da anuidade do The One, de acordo com as condições apresentadas.

Isso mostra que o Itaú não trabalha apenas com um único critério.

O banco pode considerar diferentes aspectos do relacionamento, como investimentos, utilização do cartão e nível de relacionamento. Por isso, a melhor estratégia pode variar bastante entre dois clientes com patrimônios semelhantes.

Afinal, o Itaú The One vale a pena em 2026?

Essa é provavelmente a pergunta mais difícil, porque não existe um cartão perfeito para todo mundo.

O The One pode ser interessante para quem já concentra investimentos, gastos e outros produtos no Itaú. Se a anuidade estiver zerada, por exemplo, fica mais fácil justificar a permanência do cartão, especialmente quando os benefícios são efetivamente utilizados.

Por outro lado, pagar R$ 4 mil por ano apenas pelo status do cartão merece uma análise mais cuidadosa.

O mercado brasileiro de cartões premium mudou bastante nos últimos anos. Surgiram produtos voltados para clientes de patrimônio elevado que oferecem salas VIP, programas de pontos, benefícios em viagens, concierge e experiências exclusivas.

Além disso, o próprio Itaú ampliou seu portfólio.

Produtos como o World Legend Mastercard e cartões premium direcionados ao segmento Private passaram a disputar espaço com o The One, tornando a comparação ainda mais importante.

O que analisar antes de escolher o The One?

Antes de decidir, vale colocar no papel alguns pontos.

1. Você consegue isenção?

Esse talvez seja o primeiro cálculo a fazer.

Se a anuidade for integral, compare os benefícios que você realmente usa com os R$ 4 mil anuais cobrados pelo cartão.

2. Quanto você gasta por mês?

Um cliente que concentra dezenas de milhares de reais em despesas mensais pode aproveitar melhor os mecanismos de desconto.

Mas não vale aumentar artificialmente os gastos só para atingir uma faixa de benefício.

3. Você usa os benefícios premium?

Salas VIP, vantagens em viagens, seguros, experiências e programas de pontos só possuem valor real quando fazem parte da sua rotina.

Um benefício sofisticado que você nunca utiliza continua sendo, na prática, pouco útil.

4. Seu relacionamento está concentrado no Itaú?

Para alguns clientes, a praticidade de manter investimentos, conta, cartão e atendimento no mesmo banco pesa bastante na decisão.

Por outro lado, quem está disposto a comparar diferentes instituições pode encontrar alternativas mais interessantes.

The One ainda é o melhor cartão do Itaú?

Essa afirmação ficou mais difícil de sustentar em 2026.

Durante muito tempo, o The One foi tratado como o grande cartão premium do Itaú. Só que o mercado não parou.

O lançamento de novos produtos, principalmente para clientes de patrimônio elevado, aumentou a concorrência dentro do próprio banco.

Por isso, dizer que o The One é “o melhor cartão do Itaú” sem considerar perfil, gastos, investimentos e benefícios utilizados acaba sendo uma simplificação.

Para um cliente, ele pode ser excelente. Para outro, pode existir uma opção mais adequada.

Conclusão: quanto é preciso investir no Itaú The One em 2026?

Em resumo, não é necessário investir um valor específico apenas para conseguir o Itaú The One Personnalité. A aprovação depende do enquadramento no segmento e da análise realizada pelo banco.

No Private, o cenário é mais restrito porque o próprio segmento atende clientes com patrimônio muito elevado, sendo comum um relacionamento na casa de milhões de reais.

Já para zerar a anuidade por investimentos, o parâmetro apresentado é de aproximadamente R$ 5 milhões investidos no Itaú. Também existem caminhos relacionados ao volume de gastos e ao nível de relacionamento no Minhas Vantagens.

Portanto, se você está pensando em buscar o The One em 2026, não olhe apenas para o valor investido. Compare anuidade, benefícios, gastos mensais e o quanto você realmente aproveita o cartão.

E você, acha que o Itaú The One ainda merece o posto de um dos melhores cartões premium do Brasil? Comente sua opinião e aproveite para explorar outros conteúdos sobre cartões de alta renda e benefícios financeiros.



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