Modo Protegido do Itaú: mais segurança para usar o app do banco no dia a dia

Descrição: Entenda como funciona o Modo Protegido do Itaú, um recurso que aumenta a segurança do app bancário fora de locais confiáveis.


Quem mora em cidade grande sabe: sair de casa com o celular no bolso já dá um certo frio na barriga. Agora, quando esse celular tem aplicativos de banco instalados, o receio dobra. Não é exagero. Casos de roubo e furto de smartphones continuam acontecendo com frequência, e muitas vezes o prejuízo não vem só do aparelho, mas também das contas bancárias acessadas ali.

Por causa disso, muita gente passou a adotar estratégias quase “caseiras” para se proteger. Tem quem use dois celulares, um só para banco e outro para o dia a dia. Outros preferem deixar os aplicativos financeiros apenas no aparelho que fica em casa. Há ainda quem use recursos como pasta segura, bloqueio extra ou apps escondidos. Funciona? Em partes. Mas nem sempre é prático, e muito menos confortável.

O que é o Modo Protegido do Itaú

Pensando nesse cenário, o Itaú lançou uma função chamada Modo Protegido do Itaú, que tenta resolver esse problema de forma mais inteligente. A ideia é simples, mas bem útil na prática. O cliente define locais considerados seguros, como casa ou trabalho. Enquanto o celular estiver dentro dessas áreas, tudo funciona normalmente.

A partir do momento em que o aparelho sai desses locais confiáveis, o aplicativo entra automaticamente em um modo mais restrito. Os limites de transações, como Pix, transferências e pagamentos, são reduzidos sem o usuário precisar fazer nada. Isso diminui bastante o risco em caso de perda, furto ou roubo do celular.

E aqui entra um detalhe importante: se o titular realmente precisar fazer uma transação maior fora desses locais, o app exige uma autenticação extra, normalmente via reconhecimento facial. Não é impossível usar, mas fica bem mais difícil para alguém mal-intencionado.

Como funciona na prática

No dia a dia, o Modo Protegido do Itaú acaba passando quase despercebido. Em casa, você usa o aplicativo normalmente, ajusta limites, faz transferências maiores, paga contas mais altas. Ao sair, o sistema entende que o ambiente mudou e ativa automaticamente as restrições.

Isso ajuda principalmente quem esquece de ajustar limites manualmente ou deixa valores altos liberados por comodidade. Convenhamos, muita gente faz isso sem nem perceber o risco. Eu mesmo já fui um desses, confesso.

Principais vantagens do Modo Protegido do Itaú

  • Redução automática de limites fora de locais confiáveis
  • Maior dificuldade para golpes em caso de roubo
  • Autenticação adicional para operações sensíveis
  • Não exige dois celulares ou malabarismos
  • Funciona de forma integrada ao app

Não é uma solução mágica, claro. Mas já reduz bastante a exposição.

Como ativar o Modo Protegido no app

Ativar o recurso é simples e rápido, não tem muito segredo. Dentro do aplicativo do Itaú, o caminho geralmente é:

  1. Acesse o app do Itaú
  2. Vá em Segurança
  3. Toque em Modo Protegido
  4. Defina os locais confiáveis

Em poucos minutos já está tudo funcionando. Vale dar uma conferida depois se os limites automáticos estão de acordo com seu perfil, porque isso pode variar.

Segurança bancária: ainda negligenciada por muita gente

Sendo bem sincero, vejo com bons olhos esse tipo de iniciativa dos bancos. Ainda existe uma cultura forte de deixar limites altos “por precaução”, quando na verdade isso só aumenta o risco. Segurança digital não deveria ser opcional.

Até pouco tempo atrás, algumas fintechs tinham processos de segurança bem frágeis. Houve casos em que era possível trocar a senha da conta apenas com um código enviado por e-mail, como se fosse cadastro em loja virtual. Isso abriu espaço para fraudes em escala grande. O Nubank, por exemplo, já foi bastante criticado por isso, mas é justo dizer que evoluiu muito nos últimos anos.

Hoje, bancos tradicionais e digitais parecem estar mais alinhados com a realidade das ruas. O Modo Protegido do Itaú é um reflexo disso. Não resolve tudo, mas mostra uma preocupação real com o usuário comum, aquele que pega ônibus, metrô, anda a pé e não vive em uma bolha.

Minha experiência pessoal com limites baixos

No meu caso, prefiro manter limites bem reduzidos nos aplicativos que ficam no celular. Valores mais altos deixo restritos ao internet banking no computador. Lá, qualquer operação mais sensível exige autenticação via QR Code, o que dá uma camada extra de tranquilidade.

Pode parecer exagero para alguns, mas depois que você vê relatos de golpes, sequestro relâmpago digital e coisas do tipo, passa a encarar isso com outros olhos. Segurança nunca é demais, mesmo que dê um pouco mais de trabalho.

Vale a pena usar o Modo Protegido do Itaú?

Na minha opinião, sim. Especialmente para quem usa Pix com frequência e anda bastante pela cidade. O Modo Protegido do Itaú não atrapalha a rotina e ainda reduz bastante o risco de prejuízo em situações inesperadas.

Se você se interessa por esse tipo de tema, vale também conferir conteúdos relacionados, como:

  • [Itaú vai lançar novo cartão de crédito] (link interno)
  • [Itaú reduz rentabilidade da aplicação automática] (link interno)
  • Recomendações gerais de segurança do Banco Central (link externo)

Conclusão

No fim das contas, a segurança digital virou parte do nosso cotidiano, gostando ou não. Recursos como o Modo Protegido do Itaú ajudam a tornar essa preocupação um pouco menos pesada, sem exigir grandes mudanças de hábito.

Se você já testou essa função ou tem outras estratégias para proteger seus aplicativos bancários, compartilhe nos comentários. Sua experiência pode ajudar outras pessoas a evitar dor de cabeça no futuro.



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